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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

NOVA SÉRIE DE SELOS DAS ILHAS FALKLANDS

Pinguins, predadores e presas é o titulo da mais recente série de selos emitidos pelas ilhas Falklands.São cinco espécies de pinguins que habitam aquela ilha e que sofrem ameaças de predadores naturais como a foca leopardo que é uma espécie vigorosa e seus únicos preadores são as baleias orcas. Os selos mostram também o Squid Gonatus, uma espécie de lula muito apreciada pelos pinguins e por diversas aves que singram os céus das Falklands.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

TRATADO DA ANTÁRTIDA

Como se costuma dizer no jargão popular: “Depois de longo e tenebroso inverno”, estou de volta ao mundo dos selos postais. Como ninguém é de ferro, umas férias sempre são oportunas e daí a minha ausência nos últimos dias. Já que falei de inverno, começamos com uma emissão que tem tudo a ver com as baixas temperaturas. Trata-se de uma bonita série de selos emitida pelo Japão para celebrar os 50 anos do Tratado da Antártida, que regula as relações internacionais em detrimento daquele Continente, tornando-o apenas e tão somente parte da Terra, sem população humana nativa e aberto às pesquisas científicas. O Tratado entrou em vigor em 1961 e foi assinado então por 47 países que se comprometeram inclusive a não realizar nenhuma atividade de cunho militar na região. Os selos mostram a silhueta da Antártida e cinco espécies de pingüins que habitam toda a região.

sexta-feira, 4 de março de 2011

ESTRANHOS NAS ILHAS GEÓRGIA DO SUL

Por demais interessante esta emissão das Ilhas Geórgia do Sul, porque nos remete a uma gama de curiosidades a respeito de uma variedade de animais que jamais se poderia pensar, um dia habitariam aquele lugar.
Durante a operação de caça às baleias entre 1904 e 1965, muitos animais foram levados para a ilha com a função de fornecer alimento fresco. Estes eram renas, bois, porcos, carneiros, cabras, coelhos, galinhas, pombos e até gansos.
Outros entraram na ilha acidentalmente, como os ratos e ratazanas. Alguns cavalos foram usados para o transporte e houve até uma frustrada tentativa de se criar raposas para depois usufruir da pele. Os pombos eram treinados para levar mensagens da ilha às embarcações que caçavam as baleias.
Nas peças que foram recentemente emitidas, vamos encontrar um macaco africano que se supõe, tenha sido comprado de um navio vindo da Cidade do Cabo e que se tornou o bicho de estimação do médico da estação baleeira de Husvik, em 1914.
Anne-Marie Sorlle, filha do gerente da estação Stromness, tinha uma ninhada de cachorros. Ela só foi autorizada a ficar com os animais porque não havia outras crianças na ilha para ela brincar.
A necessidade de se ter um animal de estimação não era só da pequena Marie. Dois caçadores conseguiram o fato inédito de ter como animal de estimação uma raposa, que era levada numa coleira. Outra curiosidade diz respeito a um pinguin que foi parar no centro de reabilitação dessas aves que apareciam contaminadas com óleo. Batizado de Stugie, a ave passou a ser parceira de Nan Brown, depois de várias tentativas de fazê-lo retornar ao seu habitat natural. Como Stugie tinha uma asa comprometida, preferiu ficar por ali já que Nan apanhava peixes todos os dias para alimentá-lo.

O mais famoso gato da Antártida foi Chippy, animal de estimação de McNish Chippy, carpinteiro na expedição de Shackleton Endurance.
Esses gatos semi-selvagens eram comuns nas estações de caça à baleia e a maioria era dependente da habitação humana, principalmente no inverno. Eram úteis também para ajudar a manter baixo o índice de ratos que infestavam as moradias. Após o abandono das estações na década de 60, todos os gatos da região morreram. Alguns conseguiram sobreviver no assentamento Rei Edward até 1980. Finalmente temos um filhote de pastor alemão que foi oferecido a Sir Ernest Shakleton, quando este estava a bordo do Quest à caminho da Geórgia do Sul em 1922 e chegou a Plymouth onde lhe foi dado o filhote. Durante a expedição, infelizmente o cão se perdeu no mar. Outros cães, incluindo os de trenó estiveram nas ilhas durante várias expedições e se tornaram comuns perante a visão dos que ali se aventuravam. A maioria desses cães estava sob o controle de seus donos, mas alguns foram criados selvagens. Atualmente não existem cães nas ilhas, já que informações nos dizem que o último cão que lá viveu, morreu em 1974. A presente série entrou em circulação no dia 15 de fevereiro e os selos apresentam diferentes valores faciais.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

PINGUINS DAS ILHAS FALKLANDS

As Ilhas Malvinas ou Ilhas Falklands são territórios britânicos ultramarinos no Atlântico Sul, constituídas por duas ilhas principais e um número elevado de ilhas menores, situadas ao largo da costa da América do Sul, mais ou menos na latitude de Rio Gallegos. A capital é Stanley, onde se concentra a maioria de sua população de pouco mais de 3 mil habitantes. O clima é frio temperado e a paisagem é bela e atrativa.
A soberania sobre as ilhas é reclamada pela Argentina desde o século 19. Em 1982, argentinos e britânicos travaram a Guerra das Malvinas pela posse do território e mesmo com a vitória militar britânica, o governo argentino mantém a reivindicação de soberania até hoje.
O nome “Falklands” foi dado por John Strong em 1690, em homenagem ao Visconde de Falkland, que era uma cidade na Escócia. Já o nome Malvinas deriva do nome francês Ilês Malouines, dado em 1764 por Louis Antoine de Bougainville em referência à cidade francesa de Saint-Malo. Acredita-se que tenha sido o marinheiro neerlandês Sebald de Weert o primeiro a ter avistado as ilha em 1600, porém britânicos e espanhóis defendem que seus próprios exploradores tenham descoberto as ilhas. Alguns mapas mais antigos usam o nome de “ilhas de Sebald”.
O interessante a respeito das Falklands, é que o lugar vem atraindo a cada ano um numero maior de visitantes, que ficam fascinados com a paisagem e também pela grande presença de pingüins que habitam determinadas partes da ilha. Diante disso, os correios locais volta e meia emitem selos postais dando destaque a diversas espécies de pingüins conforme a recente emissão de uma série que vem complementar a rica coleção do gênero já emitida pelas Falklands.