Quando temos a oportunidade de assistir na televisão algum filme do gênero western geralmente os personagens centrais são vividos por nomes que marcaram época no cinema, tais como John Wayne,Jack Palance, Kirk Douglas, James Drury,Elli Wallach,Steve MacQueen, Charles Bronson,James Coburn,Robert Vaughn entre outros. Mas o gênero teve início muito antes daquelas produções que nós já tivemos a oportunidade de assistir. Ainda nos tempos do cinema mudo tiveram início as primeiras aventuras de faroeste e de lá em diante, grandes astros de então conquistaram definitivamente o público e entre eles, destacam-se quatro artistas extraordinários que ajudaram os filmes de western a ganhar o mundo. São eles, William S. Hart, que dirigiu a maioria dos filmes que produziu; Tom Mix, Gene Autry e Roy Rogers, que foi talvez o mais popular entre os quatro. Os tempos mudam e os filmes de faroeste já são escassos no cinema e na televisão. Graças as remasterizações, muito material pode ser salvo e hoje você vai a uma locadora de DVDs e encontra muitos filmes interessantes. Mas a história já foi escrita e esses astros que agitaram toda uma época acabam de ganhar ainda mais reconhecimento através de uma série de 4 selos lançados agora nos Estados Unidos. As peças foram desenhadas pelo talentoso Robert Rodriguez que procurou fidelizar as figuras desses cowboys que um dia divertiram grandes massas com suas atuações.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
LENDAS DO FAROESTE NOS SELOS AMERICANOS
Quando temos a oportunidade de assistir na televisão algum filme do gênero western geralmente os personagens centrais são vividos por nomes que marcaram época no cinema, tais como John Wayne,Jack Palance, Kirk Douglas, James Drury,Elli Wallach,Steve MacQueen, Charles Bronson,James Coburn,Robert Vaughn entre outros. Mas o gênero teve início muito antes daquelas produções que nós já tivemos a oportunidade de assistir. Ainda nos tempos do cinema mudo tiveram início as primeiras aventuras de faroeste e de lá em diante, grandes astros de então conquistaram definitivamente o público e entre eles, destacam-se quatro artistas extraordinários que ajudaram os filmes de western a ganhar o mundo. São eles, William S. Hart, que dirigiu a maioria dos filmes que produziu; Tom Mix, Gene Autry e Roy Rogers, que foi talvez o mais popular entre os quatro. Os tempos mudam e os filmes de faroeste já são escassos no cinema e na televisão. Graças as remasterizações, muito material pode ser salvo e hoje você vai a uma locadora de DVDs e encontra muitos filmes interessantes. Mas a história já foi escrita e esses astros que agitaram toda uma época acabam de ganhar ainda mais reconhecimento através de uma série de 4 selos lançados agora nos Estados Unidos. As peças foram desenhadas pelo talentoso Robert Rodriguez que procurou fidelizar as figuras desses cowboys que um dia divertiram grandes massas com suas atuações.
VIDA MARINHA GARANTE A SOLIDEZ ECONOMICA NA SUÉCIA
Sol, mar e pescado abundante. Esta é a receita ideal para quem vive da pesca na costa da Suécia. Ali já foram providenciadas muitas ações visando a pesca sustentável de maneira que não se agrida o meio ambiente e , ao mesmo tempo, que os pescadores possam usufruir, ano após anos, de tudo o que o mar oferece em se tratando de vida marinha. Para enfatizar esse trabalho todo, a Suécia emitiu uma folha filatélica onde destaque a criação de mexilhões, que atualmente são cultivados em fazendas onde se utilizam plásticos especiais de modo que os mexilhões ali se reproduzem em grande escala e suprem o mercado ao redor. Da mesma maneira, a pesca do lagostim avança com grande produtividade e cuidados especiais. Para exaltar essa pesca, foi escolhido o pescador Alf Gustafsson, que é retratado num dos selos no convés do seu barco puxando peixes e lagostim. Ele trabalhou muitos anos na insdústria pesqueira e decidiu em 1984 tornar-se pescador em tempo integral, seguindo as novas regras implantadas e em função disso, se diz feliz por ter um trabalho digno onde a produtividade aumenta a cada ano e lhe permite uma vida confortável. Nos períodos em que a pesca do lagostim é suspensa, ele pesca caranguejos e outros peixes e como sobra mais tempo, pode se dedicar aos reparos no seu barco afinal, tão logo se libere a pesca do lagostim, ele e sua equipe sabem que terão muito trabalho pela frente, já que anualmente, através de um processo especial, retiram do mar entre quatro e seis toneladas da espécie. Esse produto é levado para leilões e dali comercializado em diversos pontos do país e exportado para outras partes, o que permite a solidez da economia.
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PEDRAS PRECIOSAS NA ARTE SACRA EM PORTUGAL
A igreja deteve, no passado, o maior acervo de ourivesaria e joalheria de Portugal, quer entre peças de função litúrgica e jóias civis. Uma relevante amostra do que foi o seu patrimônio neste particular ainda pode ser vista nos museus nacionais e no selo da própria igreja. Graças ao conservadorismo da instituição, muitas dessas valiosas peças nas suas composições originais foram preservadas de maneira a permitir subsídios para o estudo da utilização das pedras preciosas ao longo do tempo. Portugal teve dois períodos distintos no tocante à joalheria, decorrentes das novas e abundantes gemas que chegavam ao país após os descobrimentos, no século XVI, e com a descoberta de ouro e pedrarias no Brasil do século XVII. Agora, a administração postal portuguesa exalta algumas dessas peças raras numa série postal onde a grande preocupação foi mostrar os detalhes dessas pedras preciosas devidamente acopladas naquelas peças que guardam em si muita da história de Portugal, principalmente no período em que o país teve muitas conquistas através dos seus descobrimentos e incursões nas regiões mais ricas do extrativismo de gemas aqui no Brasil colonial. Os selos são novas e interessantes peças principalmente àqueles que se dedicam ao tema.
FORD T GANHA SÉRIE DE SELOS NA ILHA DE MAN
A história do automóvel é muita rica em seus detalhes e curiosidades. Muito mais rica ainda no que diz respeito à evolução dos veículos e grande prova dessa evolução podemos comprovar observando as super máquinas que trafegam pelas ruas das maiores cidades do mundo. Mas nem sempre foi assim, é claro; e a partir de 1903 o conhecido Ford de Bigode nascia para revolucionar a indústria automobilística e ao mesmo tempo, popularizar o automóvel. O Ford Modelo T foi produzido até 1927 e era um carro confiável, robusto, seguro, simples de dirigir e principalmente, barato. Qualquer pessoa podia dirigir o modelo ou conserta-lo sem precisar de motorista ou mecânico. A partir de 1913, Henry Ford, inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt e das máquinas de costura Singer, implantou a linha de montagem e a produção em série, revolucionando o mundo do automóvel. O modelo T era o primeiro carro projetado para a manufatura e aos poucos, chegaria em outros países onde da mesma maneira, ficaria famoso. Os correios da Ilha de Man emitiram recentemente uma série de selos que enfatizam algumas fases do Ford T e, ao mesmo tempo, servem para divulgar uma filial do Clube do Ford T lá existente e que preserva vários modelos e também conserva páginas importantes sobre esse veiculo que é um marco na história do automóvel.
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CARANGUEJOS DÃO TOQUE ESPECIAL AOS SELOS DE TAIWAN
Sem exagero algum!Os caranguejos volta e meia
aparecem em muitos selos pelo
mundo e sempre que essas criaturas surgem, conseguem dar um toque especial aos selos. Tão especial quando o alerta em relação à preservação dessas espécies que contribuem muito para o equilíbrio
do meio ambiente e do ecossistema
que integram. Os correios de Taiwan decidiram colocar mais uma bonita
série estampando algumas espécies com o intuito de aumentar a compreensão sobre a vida selvagem no litoral do país e ao mesmo tempo, chamar a atenção do público para a importância da preservação de todas as formas vivas que habitam aqueles locais. Desta feita foram escolhidas para a série as espécies Cardisoma carniflex, também conhecido como caranguejo-uçá; scandarma lintou, conhecido também por parafuso e que tem muita habilidade para subir em árvores; Intermedius Sesarmops, que é chamada de caranguejo do Natal por sem bem vermelho e finalmente, Gecarcoida lalandii,também um uçá, só que arroxeado e que habita tocas, fendas rochosas e recifes de coral. Como se observa esta série de Taiwan é mais uma emitida pelo país e que se volta à vida animal, brindando assim colecionadores de todas as partes.
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quarta-feira, 17 de março de 2010
75 ANOS DO PORTO DE PARANAGUÁ
O Porto de Paranaguá chega aos seus 75 de atividades registrando, dia após dia, importantes páginas na história do desenvolvimento do Estado do Paraná e no progresso do Brasil. A história do Porto remonta ao século XVII quando em 1872, o porto que é hoje um dos maiores complexos portuários do país e da América Latina, era um atracadouro administrado por particulares. Somente no início do século XX é que o governo do Paraná assumiu a administração do Porto que naquela época era sediada na Rua da Praia, em Paranaguá. Em 17 de março de 1935 o novo porto era inaugurado no local onde funciona até hoje e que representa um marco na economia nacional e em nossa balança comercial. Ao longo dessas décadas, o Porto fez movimentar incontáveis toneladas de produtos para exportação como a erva-mate, madeira, café, açúc
ar, máquinas, trilhos, veículos entre outros. As suas atividades transformaram a cidade de Paranaguá e a ela trouxeram mudanças radicais e, da mesma maneira, o porto exigiu a construção de uma nova rodovia, já que até 1967 todo o transporte via terrestre era feito pela Estrada da Graciosa. Nascia assim naquele ano, a primeira pista da BR 277 e dois anos depois, ela já contava com pista dupla. Atualmente o Porto de Paranaguá é o segundo maior complexo multicargas do país em movimentação, ficando atrás apenas do Porto de Santos, que tem um cais acostável quatro vezes maior. Além do escoamento de boa parte da produção agrícola, principalmente do Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, o porto lidera as exportações nacionais de congelados e está entre os principais em movimentação de contêineres. Neste ano em que o Porto celebra os seus 75 anos, a expectativa é quebrar novo recorde histórico de movimentação, superando 40 milhões de toneladas. Para registrar esses 75 anos de trabalho intenso, os Correios lançam nesta quarta-feira, dia 17/03, o Carimbo Comemorativo e o Selo Personalizado em homenagem ao Porto de Paranaguá. As solenidades de
lançamento, que acontecem às 10h30min, terão lugar na Sede do Porto de Paranaguá, na Rua Antonio Pereira, 161 – Vila Portuária e contarão com as presenças do Superintendente do Porto de Paranaguá, Daniel Lucio Oliveira de Souza, o Diretor dos Correios no Paraná, Itamar Ribeiro e demais autoridades convidadas.
sexta-feira, 12 de março de 2010
A VIDA COSTEIRA DE SIGLUFJÖRDUR
Apesar dos aviões terem encurtado distâncias e da tecnologia da comunicação ter feito o mesmo, ainda existem muitos pontos no planeta que parecem estar esquecidos do resto do mundo. Embora possa parecer estranho, esta aparente anonimidade consegue preservar a história, os costumes e a cultura de muitos povos. Um desses paraisos escondidos é Siglufjördur, uma pequena cidade situada na Islândia e que é na verdade um sereno recanto, onde raramente o vento sopra, fazendo da cidade um fantástico e acolhedor abrigo. E isso pode ser presenciado tanto no inverno quanto no verão. A Islândia é um país encantador e preserva belezas extraordinárias e tão encantadoras como sua própria história. Durante dezenas de anos, toda a vida ao longo de Siglufjördur centrou-se na captura de pescados e na produção de óleo e conservas, que ajudaram a transformar o porto num dos mais importantes do país. Apesar da vida pacata em meio à magia do paraíso, o trabalho é árduo, tanto para homens quanto para mulheres, já que eles vão para o mar extrair o peixe e elas ficam em terra tratando de salgar os pescados. Esse processo trouxe evidentemente muita especulação comercial e trouxe para lá muitos trabalhadores tentando melhorar suas condições de vida. O passado da cidade é envolto em boas doses de recordações que fazem do presente uma saudade
tão grande que a memória se expande para buscar importantes passagens. Diante disso tudo, os correios da Islândia fazem circular no próximo dia 18 de março um interessante bloco que exalta a vida costeira na cidade de Siglufjördur e sua rica região pesqueira. Trata-se de uma peça um tanto interessante pela homenagem àquela gente e o seu trabalho em prol do desenvolvimento, quanto aos ricos detalhes nela impressos e que permitem que nós possamos imaginar aquele mundo distante, ativo e historicamente tão bem situado que revela agora, para o universo da filatelia, a sua obra prima na forma de uma inusitada peça filatélica.
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