Elas são tão belas quanto as mais cobiçadas flores espalhadas por sobre a Terra. Ganharam o apelido de flores do mar mas são na verdade um grupo de animais sésseis, predatórios da ordem Octinaria e só ganharam o nome de Anêmonas porque muito se parecem com uma flor terrestre que tem este nome.
As Anêmonas podem ser encontradas em todos os aceanos e em profundidades variadas, chegando algumas a habitar em profundiades de até 10 mil metros.
Muitas dessas espécies ao longo do tempo já se extinguiram e os correios da Ilhas Faroé decidiram trazer para os selos postais algumas dessas belezas marinhas que certamente vão dar um brilho especial à filatelia e brindar a todos os que de alguma maneira se dedicam a algum tema que venha de encontro aos mistérios do mar e de sua complexa vida marinha.
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
OS REIS DO CÉU
O Serviço Postal norte-americano acaba de colocar em circulação esta bonita série de selos postais retratando cinco reis do céu, aves de rapina de grande porte que, apesar da destreza e precisão para atacar suas presas, são também aves de grande beleza. Na série foram retratados o Açor do Norte, o Falcão Peregrino, a Águia Dourada, a Águia pescadora e o Harrier, conhecido como Falcão do Pântano. Todas estas espécies são comuns na América do Norte, sendo que algumas delas também se propagam pela América do Sul e Europa. As peças foram criadas pelo ilustrador Robert Giusti que pintou os desenhos originais em acrílico numa placa de lona. Os selos integram folhas auto-adesivas com 20 peças em cada uma e valor facial de 85 centavos de dólar.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
VIAGEM ATRAVÉS DOS SELOS
A viagem pode parecer longa para alguns e um tanto curta para outros, no entanto, ela levou os 365 dias que demarcam a passagem de cada ano. É a aventura de nossas vidas em meio a um mundo cada vez mais agitado, apressado, envolvente pelo que diz respeito à tecnologia e displicente demais em relação ao bem estar dos homens como um todo. Ainda deparamos com o terrível fantasma da fome, das guerras, das doenças, dos descasos sem fronteiras. Ainda assim, a vida continua, a nossa e a de todos os que nos cercam neste planeta, tão gigante para os que são tão pequenos e tão pequenos para os que se apropriam do poder, principalmente do poder econômico.
Mas a viagem prossegue, com suas paradas em diversas estações e proporcionando a cada viajante a oportunidade de observar a paisagem conforme seu gosto pessoal ou levado pelo momento que vive ou mais precisamente; pelas ocorrências do momento que mexem drasticamente em sua existência.
Lá se foi 2011 por inteiro e novamente as festas, os fogos, a esperança de um ano melhor. Mas quem faz o ano ser melhor? Acredito que cada um de nós, praticando o bom senso, a coerência, a honestidade, a caridade e acima de tudo, o profissionalismo que pensa primeiro no outro e depois no dinheiro.
Em se tratando de viagem, nada mais oportuno do que dar este primeiro passo em 2012 falando sobre uma recente emissão feita por Taiwan para celebrar os cem anos da Estrada de Ferro da Floresta Alishan. No começo, em 1912 aqueles trilhos serviam unicamente para o transporte da madeira extraída da região e hoje, cem anos depois, os mesmos trilhos que testemunharam a expansão econômica causada pelo extrativismo e consequentemente o desmatamento, observam um novo tempo, onde as pessoas agora são o foco principal em viagens de turismo em meio a uma bela paisagem.
É um comecinho de consciência, principalmente ecológica e o bloco emitido chega para homenagear aquela antiga ferrovia e, ao mesmo tempo, para abrilhantar as incontáveis coleções filatélicas desse tema tão contagiante e repleto de curiosidades.
Amigos do blog estou de volta, um tanto lento ainda em razão de uma correria sem fim que teve inicio no final de novembro e que só agora começa a me proporcionar um espacinho para que eu possa me comunicar com vocês neste salutar exercício de informar.
A todos vocês uma magnífica viagem ao longo de 2012, com muita paz, muita saúde, muitos selos e muitas atividades filatélicas que possam contribuir cada vez para com o crescimento da nossa filatelia.
Mas a viagem prossegue, com suas paradas em diversas estações e proporcionando a cada viajante a oportunidade de observar a paisagem conforme seu gosto pessoal ou levado pelo momento que vive ou mais precisamente; pelas ocorrências do momento que mexem drasticamente em sua existência.
Lá se foi 2011 por inteiro e novamente as festas, os fogos, a esperança de um ano melhor. Mas quem faz o ano ser melhor? Acredito que cada um de nós, praticando o bom senso, a coerência, a honestidade, a caridade e acima de tudo, o profissionalismo que pensa primeiro no outro e depois no dinheiro.
Em se tratando de viagem, nada mais oportuno do que dar este primeiro passo em 2012 falando sobre uma recente emissão feita por Taiwan para celebrar os cem anos da Estrada de Ferro da Floresta Alishan. No começo, em 1912 aqueles trilhos serviam unicamente para o transporte da madeira extraída da região e hoje, cem anos depois, os mesmos trilhos que testemunharam a expansão econômica causada pelo extrativismo e consequentemente o desmatamento, observam um novo tempo, onde as pessoas agora são o foco principal em viagens de turismo em meio a uma bela paisagem.
É um comecinho de consciência, principalmente ecológica e o bloco emitido chega para homenagear aquela antiga ferrovia e, ao mesmo tempo, para abrilhantar as incontáveis coleções filatélicas desse tema tão contagiante e repleto de curiosidades.
Amigos do blog estou de volta, um tanto lento ainda em razão de uma correria sem fim que teve inicio no final de novembro e que só agora começa a me proporcionar um espacinho para que eu possa me comunicar com vocês neste salutar exercício de informar.
A todos vocês uma magnífica viagem ao longo de 2012, com muita paz, muita saúde, muitos selos e muitas atividades filatélicas que possam contribuir cada vez para com o crescimento da nossa filatelia.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
PERSONAGENS INFANTIS DA REPÚBLICA TCHECA
Os personagens que ilustram um novo selo ordinário emitido pela República Tcheca são muito populares naquele país e encantam o imaginário das crianças.
Pat e Mat ocupam bom espaço na televisão local e já foram incumbidos até de fazer seus malabarismos em um filme.
A idéia desta emissão é fixar ainda mais a imagem desses personagens tão populares e, ao mesmo tempo, criar incentivo perante a prática filatélica.
O selo mostra uma letra “A” no canto superior que corresponde ao porte atual do serviço de correspondências internas. Além do selo, foi emitido um envelope de primeiro dia e respectivo carimbo lembrando que o trabalho de arte foi desenvolvido pelo artista Jan Chvojka que já escreveu vários roteiros para os personagens em destaque.
É interessante assinalar que existem muitos selos dedicados a personagens infantis em todas as partes que, mesmo com pouca fama mundial, ocupam interessantes coleções alusivas ao tema.
Pat e Mat ocupam bom espaço na televisão local e já foram incumbidos até de fazer seus malabarismos em um filme.
A idéia desta emissão é fixar ainda mais a imagem desses personagens tão populares e, ao mesmo tempo, criar incentivo perante a prática filatélica.
O selo mostra uma letra “A” no canto superior que corresponde ao porte atual do serviço de correspondências internas. Além do selo, foi emitido um envelope de primeiro dia e respectivo carimbo lembrando que o trabalho de arte foi desenvolvido pelo artista Jan Chvojka que já escreveu vários roteiros para os personagens em destaque.
É interessante assinalar que existem muitos selos dedicados a personagens infantis em todas as partes que, mesmo com pouca fama mundial, ocupam interessantes coleções alusivas ao tema.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O PRIMEIRO SERÁ PARA SEMPRE LEMBRADO
Evidente que no tempo do homem das cavernas sequer havia uma linguagem padrão. Talvez um grunhido ou dialeto confuso, mas é certo que de alguma maneira eles se entendiam. Imagino que o primeiro grande desafio daqueles nossos ancestrais tenha sido a caça, utilizando algum tipo de arma rudimentar. De qualquer maneira, nas cavernas então descobertas pela civilização moderna, as inscrições e desenhos bem demonstram o que eles faziam e encaravam.
Dali em diante, desafiar o desconhecido e enfrentar imprevistos passou a ser a grande saga de alguns homens que escreveram com heroísmo seus nomes no grande livro da história humana.
Tais desafios são tantos que seria difícil relacionar aqui essas diferentes e arriscadas atitudes que muito contribuíram para com a nossa evolução e também ao progresso e desenvolvimento de toda a humanidade.
Em 2008 quando ainda escrevia o Jornal do Colecionador nas páginas de O Estado do Paraná, fiz um pequeno ensaio sobre este tema que acho fascinante e filatelicamente, tão desafiador quanto os caminhos trilhados por homens como Roald Amundsen, o primeiro a chegar ao pólo sul ou então, Robert Peary, o primeiro a alcançar o pólo norte.
Que dizer então da façanha de Edmund Percival Hillary que na companhia do sherpa Tenzing Norgay alcançou o ponto mais alto do planeta, o Monte Everest?
Assim como eles, que foram os primeiros a realizar tais façanhas, iremos para sempre lembrar do primeiro homem que foi ao espaço, o russo Yuri Gagarin e do primeiro homem a pisar o solo lunar, o astronauta americano Neil Armstrong.
Seguindo a trajetória de grandes desafios, vamos alçar o primeiro vôo em balão tripulado, que coube a Jean François Pilatre de Rozier e mais tarde, o desafio de alçar vôo com algo muito mais pesado do que o ar. E aqui entra o brasileiro Alberto Santos Dumont com o seu 14-Bis.
Alguns desses feitos são mais lembrados do que outros, até porque tudo depende da magnitude dessas conquistas e de como elas remexeram nas intermináveis linhas da nossa história.
Existem outros grandes feitos cuja importância apenas marcou a época em que foram realizadas, como por exemplo, o primeiro atleta a vencer a maratona nos Jogos Olímpicos da Era Moderna, feito que coube ao grego Spirídon Louis. Em se tratando de esportes, quem ai lembra ou sabe quem foi que marcou o primeiro gol no Estádio do Maracanã? – Foi o botafoguense Didi, grande estrela também da seleção brasileira.
Temos ainda as figuras de Sacadura Cabral e Gago Coutinho, que foram os primeiros a fazer a travessia do Atlântico a bordo de um hidroavião e dessa maneira, a gente vai descobrindo outros nomes, como James Cook, Cristóvão Colombo, Pedro Álvares Cabral entre outros.
Quando fiz meu ensaio, pensei na possibilidade de se formar uma coleção de selos diferente, utilizando vários temas dentro um contexto específico que denota ser o número um.
Claro que é um grande e audacioso desafio, que exige muita pesquisa, já que neste campo, como eu disse, existem muitos personagens que foram os primeiros a desenvolver uma série de objetos, máquinas e projetos que foram, ao longo do tempo ganhando os devidos aperfeiçoamentos.
Assim, verificando alguns dos personagens aqui citados, descobri que existem muitas emissões filatélicas que fazem referência a eles. É pena que alguns ainda não tiveram a sorte de ser lembrados pela filatelia, mas é tudo uma questão de tempo e de boa memória.
Diferentemente dos variados temas filatélicos, esta minha sugestão evidentemente que foge talvez à regra, já que ao meu entender, provocará uma miscelânea de temas unidos apenas pelo objetivo dos primeiros conquistadores, inventores, esportistas entre outros.
Acredito que filatelistas temáticos avançados sejam as pessoas credenciadas para uma análise da minha sugestão para que assim, se possa saber da real possibilidade de se formar uma coleção como a sugerida e se evidentemente aceita, quais a regras para que seja formada seguindo os parâmetros do gênero na hipótese de a mesma participar de uma exposição competitiva.
É notório que a maioria dos selos que tratam desses personagens citados são peças emitidas há vários anos e por certo, muitas delas são raras ou difíceis de serem adquiridas. Isto me leva a crer que o desafio se torna ainda maior, mas com resultados positivos e surpreendentes.
Como são muitos os “primeiros” em diferentes áreas de atuação humana, creio que o melhor caminho seja a escolha de feitos realmente marcantes e dentro de uma minuciosa ordem cronológica.
Fica aqui este pequeno registro na forma de uma sugestão desafiadora que também pode levar muitos colecionadores a adentrarem em temáticas pouco exploradas e que assim, poderão no futuro ganhar destaque numa exposição.
Os primeiros serão para sempre lembrados, seja por uma grande maioria de pessoas no planeta, seja por minorias em suas terras de origem. Todos os feitos e seus efeitos ajudam a impulsionar a filatelia, até porque essas emissões comemorativas, na maioria dos casos, se transformam em registros vivos das ações de homens e mulheres que, cada um a seu tempo, transformam seus desafios em grandes exemplos para as gerações futuras.
E por falar em futuro; muito breve teremos o primeiro homem a chegar ao planeta Marte. É só uma questão de tempo e preparação porque os desafios da humanidade são infinitos.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
ANO INTERNACIONAL DA QUÍMICA
Os correios da Itália acabam de colocar em circulação um selo postal para celebrar o Ano Internacional da Química que vem sendo palco de diversos eventos mundiais. Este 2011 foi escolhido pela Organização das Nações Unidas para que todas as contribuições da conquista da química possam ser exaltadas tanto pelos diversos eventos quanto pela força de divulgação da filatelia. Os eventos estão sendo coordenados pela União Internacional de Química Pura e Aplicada e pela Unesco.
O selo ilustra uma estrutura molecular e alguns copos de medição utilizados em laboratórios químicos. No canto superior direito observa-se o logotipo da Sociedade Química Italiana.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
ANIMAIS EM EXTINÇÃO
Enquanto a massa populacional humana só cresce em todas as partes, o mundo animal segue perdendo seus espaços e muitas espécies continuam ameaçadas de extinção. Os alertas e as ações embora sejam muitos e constantes parecem não estar alcançando os reais objetivos e diante desse triste quadro, animais como o elefante asiático, o rinoceronte negro, o panda gigante, o tigre de Bengala, o urso polar e o orangotango da Sumatra encabeçam a enorme lista de animais em perigo.
Os correios de Gibraltar, diante da necessidade de mover ações amplas no sentido de resguardar estas espécies, acabam de lançar uma minifolha filatélica enfatizando esses animais de modo a divulgar a necessidade de sua preservação e, ao mesmo tempo, conscientizar a humanidade para a necessidade de manter estas e outras espécies bem vivas, mantendo assim toda uma cadeia biológica tão necessária para toda a vida animal na Terra.
O trabalho artístico na peça foi desenvolvido pelo designer Stephen Perera.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
FILHOTES AUSTRALIANOS
Para quem aprecia os selos que retratam animais os correios da Austrália acabam de proporcionar mais uma boa novidade. Trata-se da emissão filhotes nativos, cujos selos em número de cinco retratam os filhotes de espécies australianas entre as quais os conhecidos canguru e o koala.
Completam a série o Bilby, um marsupial de hábitos noturnos que nos lembra um coelho em razão de suas longas orelhas, o Dingo, que é uma raça canina nativa da Austrália e finalmente um gambá muito conhecido na Austrália pela sua presença em florestas e bosques do leste e do sul do país.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
FAMOSOS FARÓIS DA ESPANHA
As emissões do gênero são tantas que muitos filatelistas que se dedicam ao tema conseguem formar coleções raras, belas e curiosas. São os faróis, essas edificações solitárias que ao longo da história vem servindo aos navegantes como um importante orientador para que as embarcações possam chegar ao destino com segurança. Os correios da Espanha vão colocar em circulação no próximo dia 11 de abril uma série dedicada ao tema que exalta os principais faróis do país. Para as peças foram escolhidos seis faróis dentre os quais: Farol de Calella (Barcelona); Chipiona (Cádiz); Entallada (Ilha de Forte Ventura); São Sebastião (Girona); Castelo de Ferro (Granada) e o Farol de Valência. A presente emissão é muito oportuna porque nos faz relembrar de um tema muito interessante e desafiador, lembrando que graças ao advento da Internet, atualmente podemos dispor de muitas informações em vários portais dedicados exclusivamente à temática e que muito auxiliam àqueles que forem dar os primeiros passos ou para quem já começou a reunir os mais famosos faróis do planeta.
ROSAS DO CHIPRE
A beleza das flores, por toda parte, consegue atrair olhares distintos e exaltar os mais variados sentimentos. Não existe nada mais espetacular e envolvente do que a beleza de um jardim e seu conjunto de cores floridas, um convite para outras vidas que ali vão extrair seus néctares e dar uma outra visão ao cenário. Dentre tantas espécies de flores, as rosas sempre ganham destaque pela sensibilidade de suas pétalas e pelas histórias que, através do tempo, sempre as colocaram nos romances, sejam dos livros ou do cinema. O serviço postal do Chipre decidiu exaltar as flores através de belas séries de selos e agora, chegou a vez a rosa com todo o seu esplendor. A maioria das espécies é nativa da Ásia com exemplares oriundos da Europa, América do Norte e África. Ao longo do tempo, através da habilidade de quem as cultiva, foram surgindo novos matizes sem alterar a sublime fragrância. Os selos entram em circulação neste dia 7 de abril.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
SELOS POSTAIS DAS MALDIVAS
Quando se fala a respeito de emissões filatélicas, todo filatelista tem um motivo especial que gostaria de ver impresso num selo ou bloco. Aqui no Brasil os Correios promovem através do seu portal a sugestão do público, que depois é analisada e muitas vezes, alguém tem a sorte grande de ver sua sugestão fragmentada e circulando pelo mundo. É evidente que o nosso Programa de Emissões segue à risca suas normas e assim, todas as emissões do ano são minuciosamente analisadas obedecendo a uma série de requisitos que neste instante não vem ao caso. O motivo dessas linhas serve apenas para abrir portais distantes, de um país pouco conhecido, mas que vo
lta e meia brinda os filatelistas com interessantes emissões. Estou me referindo à República das Maldivas, um pequeno país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia. O país é constituído por 1.196 ilhas, das quais 203 são habitadas e a sua única fronteira real é com o território indiano. Se a gente for bisbilhotar os selos postais por lá emitidos, vamos observar que eles já fizeram e continuam a fazer emissões que aparentemente nada dizem respeito ao país, pois os correios locais volta e meia emitem selos
dos personagens Disney, peças exaltando gente famosa do cinema, com a atriz Marilyn Monroe ou da música, como Elvis Presley além de políticos como John Kennedy entre outros. Os selos que mais se aproximam das coisas locais evidentemente fazem referência ao universo das conchas marinhas, peixes, borboletas entre outros animais que compõe a sua área tropical que, diga-se de passagem, propicia a quem tem a sorte de lá estar, magníficos finais de tarde com um pôr do sol inigualável. A grande curiosidade é que a maioria dos selos que eles emitem fazem referência a personalidades ou atividades dos Estados Unidos, como se de repente eles fossem uma pequena possessão. Seria pura admiração ou falta de tema
s locais? Outra pergunta que não cala, é sobre o peso dessas peças numa coleção, seja ela clássica ou temática já que em exposição, todos nós sabemos que os julgadores são rigorosos. Mas vale a pena observar os selos das Maldivas pelo visual bem interessante e pela lembrança aguçada que eles têm em relação às datas. E lembro ainda que eles emitem poucos selos ao longo do ano e neste 2011, pelo menos até aqui, ainda não fizeram circular nada. Para ilustrar, além dos personagens já citados, trago também uma peça interessante que exalta os personagens dos filmes e do seriado Jornada nas Estrelas, que possui fãs fervorosos em todas as partes do planeta e de quebra, uma foto de um entardecer esplendoroso.
Diante a isso tudo, as Maldivas merecem sim a nossa atenção porque, embora tão distante e pouco lembrada, participa ativamente da filatelia mundial.
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LENDAS DA MÚSICA LATINA
A música latina sempre teve grande influência na música americana e alguns nomes marcaram sua passagem legando o toque especial da voz e do ritmo quente como, por exemplo, o tejano, o tango e a salsa. Para eternizar através do selo postal esses grandes e inesquecíveis talentos, os correios americanos acabam de colocar em circulação uma série de cinco selos que exaltam as figuras de cinco lendas da música latina: Selena, Carlos Gardel, Carmen Miranda, Tito Puente e Célia Cruz. “De hoje em diante, essas imagens coloridas, vibrantes de nossas lendas da música latina vão viajar através das cartas e dos pacotes para todos os cantos da América”, disse Marie Therese Dominguez, vice-presidente de Rela
ções Governamentais do Serviço Postal dos Estados Unidos. Na cerimônia de lançamento das peças, ela ainda afirmou que “desta forma pequena, nós criamos uma homenagem a cinco artistas extraordinários, e estamos orgulhosos honrados em partilhar o seu legado com os americanos em qualquer lugar, através desses bonitos selos postais”. A presente série é interessante para quem se dedica à filatelia temática e pode abrir sugestivos caminhos para que os jovens de hoje possam conhecer um pouco sobre a história de vida e da carreira de sucesso de cada um dos homenageados.
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terça-feira, 22 de março de 2011
ITÁLIA HOMENAGEIA A MULHER
Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, os correios italianos fizeram circular um selo postal que apresenta três rostos femininos alinhados e que representam as características de brancos, asiáticos e mulheres africanas.Embora emitido no dia 8 passado, é sempre interessante fazer um registro já que a mulher está também ocupando cada vez mais uma invejável posição na filatelia graças à sua capacidade nas ações diárias da vida comum em todas as partes. Foi lançado também um carimbo de primeiro dia.
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PEIXES DE TAIWAN
Os peixes de água doce nativos dos rios, lagos e estuários de Taiwan constituem o grupo mais diversificado de vertebrados em ecossistemas terrestre da ilha.Os correios de Taiwan decidiram emitir uma nova série composta por quatro selos para destacar algumas de suas espécies mais apreciadas e, ao mesmo tempo, para enfatizar a importância de sua preservação e da pesca consciente. Evidentemente que os peixes que ilustram esta emissão possuem por lá os seus nomes populares e fica difícil a gente decifrar por questões da língua e assim, as espécies foram demarcadas no folder com seus respectivos nomes científicos. Deixando estas questões de lado, o importante é que a temática ganha novas e importantes peças que certamente vão satisfazer os exigentes colecionadores.
FESTIVAL DAS FLORES NA AUSTRÁLIA
No fantástico universo dos selos postais, entre tantos temas interessantes, as flores sempre ocuparam uma posição de destaque e tanto é verdade que até catálogos específicos sobre o tema são editados para auxiliar os filatelistas de todas as partes. Agora, no início do mês, o serviço de correios da Austrália brindou os colecionadores com a emissão de uma bonita série de cinco selos exaltando espécies florais do país no que eles chamam de Festival das Flores e cuja idéia é deixar as cidades, os parques e os jardins mul
ticoloridos. O evento é magnífico e chama a atenção de todo o país e inclusive do exterior, já que as flores lá cultivadas representam um peso importante para a economia e a cultura do país. Os selos destacam a gérbera, o jacarandá, a violeta australiana, o eterno e a tulipa. Acompanham a emissão, envelopes de primeiro dia de circulação e respectivos carimbos de primeiro dia.
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sexta-feira, 4 de março de 2011
ESTRANHOS NAS ILHAS GEÓRGIA DO SUL
Por demais interessante esta emissão das Ilhas Geórgia do Sul, porque nos remete a uma gama de curiosidades a respeito de uma variedade de animais que jamais se poderia pensar, um dia habitariam aquele lugar.Durante a operação de caça às baleias entre 1904 e 1965, muitos animais foram levados para a ilha com a função de fornecer alimento fresco. Estes eram renas, bois, porcos, carneiros, cabras, coelhos, galinhas, pombos e até gansos.
Outros entraram na ilha acidentalmente, como os ratos e ratazanas. Alguns cavalos foram usados para o transporte e houve até uma frustrada tentativa de se criar raposas para depois usufruir da pele. Os pombos eram treinados para levar mensagens da ilha às embarcações que caçavam as baleias.
Nas peças que f
oram recentemente emitidas, vamos encontrar um macaco africano que se supõe, tenha sido comprado de um navio vindo da Cidade do Cabo e que se tornou o bicho de estimação do médico da estação baleeira de Husvik, em 1914.Anne-Marie Sorlle, filha do gerente da estação Stromness, tinha uma ninhada de cachorros. Ela só foi autorizada a ficar com os animais porque não havia outras crianças na ilha para ela brincar.
A necessidade de se ter um animal de estimação não era só da pequena Marie. Dois caçadores conseguiram o fato inédito de ter como animal de estimação uma raposa, que era levada numa coleira. Outra curiosidade diz respeito a um pinguin que foi parar no centro de reabilitação dessas aves que apareciam contaminadas com óleo. Batizado de Stugie, a ave passou a ser parceira de Nan Brown, depois de várias tentativas de fazê-lo retornar ao seu habitat natural. Como Stugie tinha uma asa comprometida, preferiu ficar por ali já que Nan apanhava peixes todos os dias para alimentá-lo.
O mais famoso gato da Antártida foi Chippy, animal de estimação de McNish Chippy, carpinteiro na expedição de Shackleton Endurance. 

Esses gatos semi-selvagens eram comuns nas estações de caça à baleia e a maioria era dependente da habitação humana, principalmente no inverno. Eram úteis também para ajudar a manter baixo o índice de ratos que infestavam as moradias. Após o abandono das estações na década de 60, todos os gatos da região morreram. Alguns conseguiram sobreviver no assentamento Rei Edward até 1980. Finalmente temos um filhote de pastor alemão que foi oferecido a Sir Ernest Shakleton, quando este estava a bordo do Quest à caminho da Geórgia do Sul em 1922 e chegou a Plymouth onde lhe foi dado o filhote. Durante a exp
edição, infelizmente o cão se perdeu no mar. Outros cães, incluindo os de trenó estiveram nas ilhas durante várias expedições e se tornaram comuns perante a visão dos que ali se aventuravam. A maioria desses cães estava sob o controle de seus donos, mas alguns foram criados selvagens. Atualmente não existem cães nas ilhas, já que informações nos dizem que o último cão que lá viveu, morreu em 1974. A presente série entrou em circulação no dia 15 de fevereiro e os selos apresentam diferentes valores faciais.
edição, infelizmente o cão se perdeu no mar. Outros cães, incluindo os de trenó estiveram nas ilhas durante várias expedições e se tornaram comuns perante a visão dos que ali se aventuravam. A maioria desses cães estava sob o controle de seus donos, mas alguns foram criados selvagens. Atualmente não existem cães nas ilhas, já que informações nos dizem que o último cão que lá viveu, morreu em 1974. A presente série entrou em circulação no dia 15 de fevereiro e os selos apresentam diferentes valores faciais.
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O VIOLINO EM NOVO SELO DA ÁUSTRIA
Os correios da Áustria deram início a uma nova e interessante série de selos postais intitulada “Instrumentos Musicais”. A primeira peça destaca um dos instrumentos mais famosos nas grandes orquestras: o violino!
Na tradição da música clássica européia, o violino sempre teve um papel de extrema importância e muitas vezes foi o personagem central nas composições de autores famosos que legaram ao mundo canções que se eternizaram.
O violino ganhou, ao longo do tempo, uma versatilidade incrível, deixando de ser o instrumento central das orquestras de câmara para se incorporar às canções populares tradicionais, ao ritmo do dance, à magia do jazz e do pop rock.
Nos anais da história do violino, a primeira referência documentada do instrumento remonta ao século 16 – em 1523, de acordo com a fonte “Os trompetes e violinos de Vercelli” que registra o pagamento de uma taxa na corte do Duque de Sabóia, em Turim. A mais antiga ilustração de um violino é um anjinho tocando o instrumento na pintura do altar da igreja de São Cristóforo, em Vercelli. A forma inalterada do violino vem sendo usada desde 1540 e é originária do norte da Itália. Entre os mais afamados fabricantes encontram-se Andréa e Nicola Amato, Gasparo da Salo e o mundialmente famoso, Antonio Stradivari. Ainda existem menções a Jakobus Stainer de Absam, cujos instrumentos foram considerados os melhores até o final do século 18, e a família Klotz da cidade bávara superior de Mittenwald. Os violinos feitos durante este período são hoje referidos como violinos barrocos e, desde 1950 são utilizados principalmente na execução de música antiga.
Na tradição da música clássica européia, o violino sempre teve um papel de extrema importância e muitas vezes foi o personagem central nas composições de autores famosos que legaram ao mundo canções que se eternizaram.
O violino ganhou, ao longo do tempo, uma versatilidade incrível, deixando de ser o instrumento central das orquestras de câmara para se incorporar às canções populares tradicionais, ao ritmo do dance, à magia do jazz e do pop rock.

Nos anais da história do violino, a primeira referência documentada do instrumento remonta ao século 16 – em 1523, de acordo com a fonte “Os trompetes e violinos de Vercelli” que registra o pagamento de uma taxa na corte do Duque de Sabóia, em Turim. A mais antiga ilustração de um violino é um anjinho tocando o instrumento na pintura do altar da igreja de São Cristóforo, em Vercelli. A forma inalterada do violino vem sendo usada desde 1540 e é originária do norte da Itália. Entre os mais afamados fabricantes encontram-se Andréa e Nicola Amato, Gasparo da Salo e o mundialmente famoso, Antonio Stradivari. Ainda existem menções a Jakobus Stainer de Absam, cujos instrumentos foram considerados os melhores até o final do século 18, e a família Klotz da cidade bávara superior de Mittenwald. Os violinos feitos durante este período são hoje referidos como violinos barrocos e, desde 1950 são utilizados principalmente na execução de música antiga.
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
150 ANOS DO KANSAS

Um moinho de vento de metal velho e cinco turbinas eólicas brilhando compartilham a paisagem que encanta pelo céu azul e que formam assim o mais novo selo postal dedicado ao esta
do americano do Kansas para celebrar os 150 anos de sua fundação.
Não é novidade para os habitantes daquele estado este contato mais direto com o selo postal que retrata a sua tradição, já que em outras sete ocasiões os correios americanos prestaram outras homenagens através dos selos postais . Esta peça tem algo mais especial, porque traz a inscrição “forever” (para sempre) e isto deixou o seu povo ainda mais org
ulhoso afinal de contas, integrar a galeria dos selos ditos “para sempre” é uma grande honra.
Os filatelistas, admiradores do selo postal, políticos e executivos do serviço postal americano reuniram-se numa cerimônia especial para inaugurar a Sociedade Histórica do Kansas e lançar mais uma importante peça para a filatelia.
do americano do Kansas para celebrar os 150 anos de sua fundação.Não é novidade para os habitantes daquele estado este contato mais direto com o selo postal que retrata a sua tradição, já que em outras sete ocasiões os correios americanos prestaram outras homenagens através dos selos postais . Esta peça tem algo mais especial, porque traz a inscrição “forever” (para sempre) e isto deixou o seu povo ainda mais org
ulhoso afinal de contas, integrar a galeria dos selos ditos “para sempre” é uma grande honra.Os filatelistas, admiradores do selo postal, políticos e executivos do serviço postal americano reuniram-se numa cerimônia especial para inaugurar a Sociedade Histórica do Kansas e lançar mais uma importante peça para a filatelia.
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NOVIDADES DA ESPANHA

Duas interessantes emissões feitas pelos correios espanhóis dão um toque a mais à filatelia mundial. A primeira delas é voltada para a biodiversidade e oceanografia, já que o país se mobiliza através de um audacioso projeto para averiguar o impacto das mudanças globais sobre o oceano e explorar o ainda pouco conhecido ecossistema na profundidade dos oceanos. A iniciativa partiu da Sociedade em Oceanografia da Espanha em parceria com o Conselho Superior de Investigações Científicas. 
A outra emissão tem o jeito próprio da gente espanhola: Festas Populares. E desta vez a peça enfatiza a Festa de São Sebastião em Pont de Suert, que chega agora aos 415 anos de celebrações com festejos que ocupam três dias entre atos religiosos e civis. É interessante assinalar que desde 1503, quando foi criada a Fraternidade São Sebastião, a mesma segue atuando em favor dos necessitados, ofertando-lhes cuidados especiais nos casos de doença e dando todo amparo nos casos de falecimento.

A outra emissão tem o jeito próprio da gente espanhola: Festas Populares. E desta vez a peça enfatiza a Festa de São Sebastião em Pont de Suert, que chega agora aos 415 anos de celebrações com festejos que ocupam três dias entre atos religiosos e civis. É interessante assinalar que desde 1503, quando foi criada a Fraternidade São Sebastião, a mesma segue atuando em favor dos necessitados, ofertando-lhes cuidados especiais nos casos de doença e dando todo amparo nos casos de falecimento.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
EFEITOS DA MODERNIDADE E AVANÇOS DA FILATELIA
O que representa para você essa passagem de 365 dias que chamamos de ano? Dá para pensar muito no tema, não é mesmo?
A verdade é que este ano, a exemplo de vários anteriores, passou muito depressa, de maneira até surpreendente. Efeitos da vida moderna? Efeitos da nossa ansiedade em busca dos nossos sonhos e conquistas?
Eu particularmente gostaria de encontrar uma resposta adequada, mas assim como você, me sinto um tanto confuso diante dessa volúpia da passagem do tempo. Quer mesmo saber?
O mais importante é estar vivo, com a saúde estável e, portanto, com energia suficiente para seguir a jornada. Em nossa labuta filatélica, que é sempre mais um prazer do que trabalho, nos deixamos muitas vezes ser levados pelo tempo, naquelas horas dedicadas às nossas coleções, aos nossos boletins informativos, às nossa reuniões filatélicas, aos noticiários nos portais e nos blogs além é claro, das mensagens que trocamos com quem participa ativamente do mesmo hobie.
Eu sei tanto quanto vocês que não está sendo fácil conciliar nos dias de hoje o trabalho, a família, os estudos, o lazer e a filatelia.
É por isto que nem sempre posso estar aqui atualizando as informações sobre lançamentos filatélicos, que na verdade, ao longo do ano são incontáveis ao redor do mundo.
Confesso sentir saudades de um tempo em que, apesar de não contar com a tecnologia, a gente podia se dedicar muito mais ao assunto, aguardando ansiosamente pelo correio a chegada de informativos oriundos das administrações postais ou das saudosas trocas de materiais entre outros jornalistas filatélicos. Não havia ainda a Internet e a gente se virava com pequenos espaços conquistados em poucos jornais ou então, editando boletins impressos em xérox e enviados pelo correio. Tudo mudou, fic
ou mais fácil, mais ágil, com resultados promissores e imediatos e ainda assim, a gente acaba se pegando sem tempo para ofertar um trabalho melhor. Acredito que conseguimos reduzir o tempo das tarefas, mas nos esquecemos de seguir dando maior vazão ao tempo que nos cerca.
Coisas então dessa modernidade que a todos cerca.
Diante disso, é evidente que chega o momento da gente vir até aqui para agradecer pelo apoio, pelas visitas, pela divulgação do blog e acima de tudo pelas tantas amizades antigas que se preserva e pelas novas que se cultiva e que vão se incorporando à lista da gente.
É momento também de pedir desculpas por não se poder ofertar uma regularidade nas informações, já que a vontade que temos nem sempre é compatível com os demais compromissos que nos cercam. Mas de toda maneira, acredito que mais uma jornada está sendo vencida e é claro que seguiremos nesse ritmo, buscando informações, trocando conhecimentos e incentivando sempre a nossa filatelia, razão maior de todo esse trabalho paralelo às nossas demais atividades.
O Jornal do Colecionador deseja a cada um de vocês, a seus familiares
e amigos, que este Natal seja o nascimento de um novo tempo, com muita paz, muita harmonia e muita luz.
E da mesma maneira, que 2011 seja mais do que um novo ano, mas a certeza da continuidade de nossas existências e de todos os nossos esforços em prol da cultura e do colecionismo em geral.
Um grandioso abraço a todos vocês!
Pedro Brasil Jr
A verdade é que este ano, a exemplo de vários anteriores, passou muito depressa, de maneira até surpreendente. Efeitos da vida moderna? Efeitos da nossa ansiedade em busca dos nossos sonhos e conquistas?
Eu particularmente gostaria de encontrar uma resposta adequada, mas assim como você, me sinto um tanto confuso diante dessa volúpia da passagem do tempo. Quer mesmo saber?
O mais importante é estar vivo, com a saúde estável e, portanto, com energia suficiente para seguir a jornada. Em nossa labuta filatélica, que é sempre mais um prazer do que trabalho, nos deixamos muitas vezes ser levados pelo tempo, naquelas horas dedicadas às nossas coleções, aos nossos boletins informativos, às nossa reuniões filatélicas, aos noticiários nos portais e nos blogs além é claro, das mensagens que trocamos com quem participa ativamente do mesmo hobie.
Eu sei tanto quanto vocês que não está sendo fácil conciliar nos dias de hoje o trabalho, a família, os estudos, o lazer e a filatelia.

É por isto que nem sempre posso estar aqui atualizando as informações sobre lançamentos filatélicos, que na verdade, ao longo do ano são incontáveis ao redor do mundo.
Confesso sentir saudades de um tempo em que, apesar de não contar com a tecnologia, a gente podia se dedicar muito mais ao assunto, aguardando ansiosamente pelo correio a chegada de informativos oriundos das administrações postais ou das saudosas trocas de materiais entre outros jornalistas filatélicos. Não havia ainda a Internet e a gente se virava com pequenos espaços conquistados em poucos jornais ou então, editando boletins impressos em xérox e enviados pelo correio. Tudo mudou, fic
ou mais fácil, mais ágil, com resultados promissores e imediatos e ainda assim, a gente acaba se pegando sem tempo para ofertar um trabalho melhor. Acredito que conseguimos reduzir o tempo das tarefas, mas nos esquecemos de seguir dando maior vazão ao tempo que nos cerca.Coisas então dessa modernidade que a todos cerca.
Diante disso, é evidente que chega o momento da gente vir até aqui para agradecer pelo apoio, pelas visitas, pela divulgação do blog e acima de tudo pelas tantas amizades antigas que se preserva e pelas novas que se cultiva e que vão se incorporando à lista da gente.
É momento também de pedir desculpas por não se poder ofertar uma regularidade nas informações, já que a vontade que temos nem sempre é compatível com os demais compromissos que nos cercam. Mas de toda maneira, acredito que mais uma jornada está sendo vencida e é claro que seguiremos nesse ritmo, buscando informações, trocando conhecimentos e incentivando sempre a nossa filatelia, razão maior de todo esse trabalho paralelo às nossas demais atividades.
O Jornal do Colecionador deseja a cada um de vocês, a seus familiares
e amigos, que este Natal seja o nascimento de um novo tempo, com muita paz, muita harmonia e muita luz.E da mesma maneira, que 2011 seja mais do que um novo ano, mas a certeza da continuidade de nossas existências e de todos os nossos esforços em prol da cultura e do colecionismo em geral.
Um grandioso abraço a todos vocês!
Pedro Brasil Jr
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