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quarta-feira, 6 de abril de 2011

UMA VEZ FLAMINGO, SEMPRE FLAMINGO!



Uma coleção de máximo-postais muitas vezes, senão na maioria delas, exige muito do colecionador, que precisa estar atento às emissões filatélicas que ainda vão acontecer e ficar munido de um bom cartão-postal que venha de encontro ao tema do selo. Iremos encontrar muitas coleções vistosas e logicamente que muitos maximafilistas habilidosos, tendo alguns, o luxo de deter peças exclusivas e raras. O assunto é complexo! Tão complexo como a própria maximafilia que surgiu para unir o útil ao agradável, já que ela reúne dois dos maiores gostos de colecionadores de todas as partes: os postais e os selos. Não esquecendo é claro que nesta modalidade o carimbo de lançamento é fator primordial para que a peça possa ser denominada de máximo-postal. Pois bem; viajando pelos portais fui descobrir que no Clube Filatélico e Numismático de Taquara/RS os interessados podem dispor de verdadeiras aulas sobre o assunto através dos textos e ilustrações do experiente maximafilista Américo Rebelo. Dentre tantos textos, escolhi para divulgar aquele espaço o que se intitula: “OS FLAMINGOS VISTOS ATRAVÉS DA MAXIMAFILIA”. Essas aves pernaltas e corpulentas que chamam a atenção de todos também possuem o poder de nos prender através dos selos e cartões-postais. Unidos, nos dão a prova maior de que a maximafilia é sem sombra de dúvidas um hobie desafiador e prazeroso. Eu os convido a visitar o espaço em: http://www.cfnt.org.br/textos/flamingos.php

E ao mesmo tempo, conhecer todas as atividades daquele Clube Filatélico e Numismático.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A VERTICALIZAÇÃO DE SÃO PAULO NA COLEÇÃO DE POSTAIS DE JOSÉ CARLOS DALTOZO

Criado na Áustria em 1869 e adotado pelo correio brasileiro a partir de 1880, o cartão-postal passou por diferentes fases até chegar ao modelo de nossos dias. Não vou me aprofundar no tema em questão porque realmente o fator histórico do cartão-postal nos leva a muitas páginas de onde surgem também muitas perguntas e às vezes, muitas controvérsias também.
Mas o importante na trajetória do postal, é que através dele, muito da nossa história pode ser registrada de uma maneira original, criativa, prática e porque não dizer; apaixonante.
Registros nos dizem que estas peças passaram a ser colecionadas a partir do instante em que no verso, começaram a aparecer os primeiros desenhos e depois, as primeiras imagens. Isto talvez bem no final do século 19 e começando a intensificar no inicio do século 20 quando a fotografia começou a se expandir e registros de muitas cidades passaram a ocupar aqueles espaços nos cartões.
Isso com o passar do tempo possibilitou aos estudiosos verificarem algumas mudanças radicais em diversas cidades do mundo como, por exemplo, São Paulo.
Evidentemente que existem centenas e centenas de cartões antigos que nos mostram uma São Paulo bem diferente da que se destaca em toda a América Latina. Perante seu crescimento e sua verticalização, surgiu a idéia de fazer uma exposição para mostrar esses avanços através do cartão-postal, de palavras-chaves e de artes via computação que se uniram num belo conjunto, numa fantástica idéia que envolveu alunos de arquitetura, professores e é claro; o cartofilista José Carlos Daltozo, que é um dos que detém um dos maiores acervos de cartões atualmente no Brasil.
Do acervo do Daltozo foram escolhidos os cartões retratando a São Paulo antiga e seus avanços pela modernidade, provando mais uma vez que a cartofilia é muito mais do que um hobie, um passatempo de quem aprecia encher caixas de sapatos com velhos cartões.
A exposição intitulada “A Verticalização de São Paulo na coleção de José Carlos Daltozo” foi programada para visitação no período de 21 a 29 de outubro, porém diante do sucesso e de vários pedidos, decidiram, para a felicidade de muitos, prorrogar a amostra até o próximo dia 09 de novembro.
O evento, que é sem sombra de dúvidas muito importante, pode ser apreciado na Biblioteca da UNESP, em Presidente Prudente/SP.
Outras informações, diretamente com o Daltozo pelo e-mail: jcdaltozo@uol.com.br

quinta-feira, 13 de maio de 2010

ENCONTRO DE COLECIONADORES EM LORENA

As atividades da Associação Cultural FILACAP e do Clube Filatélico e Numismático de Lorena estão à todo vapor e graças ao empenho dos seus integrantes, a realização de eventos voltados ao colecionismo tem sido ponto marcante. Todo esse trabalho vai permitir a realização do 6º Encontro Filacap de Colecioandores, que acontecerá nos dias 05 e 06 de junho próximo na Casa da Cultura de Lorena – Rua Viscondessa de Castro Lima nº 10 naquela cidade paulista. O evento tem o apoio dos Correios, da Secretaria de Cultura de Lorena, da Prefeitura Municipal , da Febraf, da Fefiesp, da Abrajof e da Associação Brasileira de Comerciantes Filatélicos. Como se observa trata-se de um grandioso evento onde a sua participação é de suma importância, lembrando a todos que o número de mesas é limitado e terá no local, um espaço especial para a realização de troca de materiais colecionáveis, tais como selos, cédulas, moedas, cartões postais e telefônicos entre outros. Durante o evento acontecerão exposições, palestras e outras atividades inerentes ao universo das coleções. Informações adicionais com Mauricio, pelos telefones (12) 3101-1558 e 9151-3659 ou ainda, pelo e-mail: ac.filacap@yahoo.com.br

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O INVENTOR DO CARTÃO-POSTAL

Volta e meia vem à tona uma antiga discussão que envolve uma invenção simples, prática, econômica e que ganhou todos os cantos do planeta de uma maneira surpreendente e que há mais de um século vem encantando colecionadores em todas as partes. É o cartão-postal, esta peça fantástica que apresenta num dos lados, uma paisagem de cidade ou os temas mais variados. Do outro lado, aquele tradicional espaço onde o usuário escreve uma mensagem curta, aplica o selo e o envia a quem desejar.
Num passado não tão distante, soube que o inventor do cartão-postal tinha sido o operário de uma fábrica alemã, que repentinamente, um dia decidiu mandar pelo correio uma fotografia dele reunido com alguns amigos tendo a fábrica ao fundo. Ele queria que os parentes em outra localidade conhecessem o lugar onde trabalhava. O pior é que eu não lembro o nome desse cidadão já que faz muito tempo e nomes alemães geralmente são difíceis para que a gente memorize tão facialmente.
Mas a grande verdade, pelo menos a que ninguém contesta, é que foi Heinrich von Stephan quem inventou o cartão-postal e, em 1865 fez circular pela primeira vez uma peça dessas utilizando os serviços de correios da Áustria. No início, seu invento não agradou muito porque as pessoas achavam que mandar uma mensagem naqueles moldes tirava a privacidade que um envelope oferecia. Mas não durou muito para que os cartões passassem a ganhar terreno e conquistar o mundo, oferecendo no início, vistas de algumas cidades ou pontos de atração turística. A partir de 1869, o cartão-postal passou a ser uma interessante peça para comunicação via correio e ao longo desses anos, sua história e evolução já ganharam as páginas de muitos livros e estudos aprofundados. Estes cartões, que no começam mediam 12 X 16 centímetros acabaram ganhando outras medidas que foram se padronizando e, ao mesmo tempo, deram vazão à criatividade das pessoas, fazendo nascer a importante figura do cartofilista. Depois de muitos anos, viria surgir os máximos-postais, mas esta é outra história.
Em 1997 os correios da Alemanha emitiram um selo para homenagear Heinrich von Stephan, o inventor do cartão-postal que nasceu em 7 de janeiro de 1831 no Reino da Prússia e foi um dos responsáveis pela unificação interna dos correios alemães e um dos maiores entusiastas para a criação da União Postal Universal.